terça-feira, 17 de maio de 2011

Navegando por Repositório Digital

GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
NÚCLEO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL

Formadora: Sandra Santos
Cursista: Jaires Medeiros

ATV3UNID4: Navegando por Repositório Digital

A viagem pelo repositório digital foi bastante interessante, visto que tive acesso a muitos sites que trazem uma riqueza imensa para as nossas aulas e podem ser exploradas em toda e qualquer disciplina. São ferramentas que bem utilizadas, poderão enriquecer as aulas e torná-las mais dinâmicas.
Dentre os sites que naveguei, destaco http://www.cineedu.com.br/ que dispõe gratuitamente de acervos interessantíssimos entre livros, filmes, reportagens, documentários, enfim, uma série de elementos incríveis que proporcionam uma aprendizagem prazerosa.
Além desse, tem também o site http://www.dominiopublico.gov.br/ que traz textos literários na íntegra de autores consagrados como Machado de Assis, Fernando Pessoa, etc. uma verdadeira coletânea de textos literários, entre outros. É uma biblioteca onde se podem encontrar temas diversos, um vídeo sobre Libras de Paulo Freire foi um produto bastante interessante que poderia ser utilizados com as turmas para favorecer maior integração com as crianças com deficiência auditiva, promovendo melhor interação entre os discentes e docentes.
O site http://www.portacurtas.com.br oportuniza a criar uma cinemateca guardando e assistindo nossos filmes favoritos. É o maior portal de difusão, catalogação e exibição de curtas-metragens brasileiros na web.
São recursos fenomenais que com certeza devem ser aproveitados e mais que isso, deve tornar-se parte integrante da nossa prática no cotidiano escolar, haja vista, facilitar a compreensão e aprendizagem dos educandos.

sábado, 14 de maio de 2011

Reflexões acerca do conceito de currículo


GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ.
NÚCLEO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL MARCO ZERO
PROFESSORA: SANDRA SANTOS
CURSISTA: JAIRES MEDEIROS.
UNIDADE3 ATVIDADE6.

Depois de ler a página 157, projeto e currículo, GUIA DO CURSISTA, agora e hoje, penso que projeto é uma questão de opção educativa. Em primeiro lugar, é necessário que se tenha um problema para iniciar uma pesquisa. Pode ser sobre uma inquietação ou sobre uma posição a respeito do mundo. A partir daí, é importante trabalhar as maneiras de olhar o mundo que são diversas. Mas não interessa só localizá-las e sim entender o significado delas.
Se o docente tem uma concepção disciplinar e está ensinando Matemática, por exemplo, ele pode ensinar isso como um projeto. Pode também ensinar Língua Portuguesa. Projeto de trabalho não é uma fórmula e sim uma concepção de educação. O que temos de questionar é por que ensinamos essas disciplinas.
O resultado é que se constrói uma situação de aprendizagem em que os próprios alunos começam a participar do processo de criação do projeto, pois buscam resposta às suas dúvidas. Isso é o projeto de educacional.
O que é Currículo ?
O currículo é o projeto que determina os objetivos da educação escolar e propõe um plano de ação adequado para a consecução de ditos objetivos. Supõe selecionar, de tudo aquilo que é possível ensinar, o que vai se ensinar num entorno educativo concreto. O currículo especifica o que, como e quando ensinar e o que como e quando avaliar. 
O currículo que estabelecem as administrações públicas é aberto, flexível e geral, de maneira que é cada centro que adapta essas bases a seu entorno particular.  Para compreender o termo adaptações curriculares é necessário ter umas breves noções dos aspectos básicos do currículo.
Acredito que, currículo não é só divisão em disciplinas e conteúdos trabalhados, são todos os processos vivenciados numa escola como instrumento que possibilita o processo ensino aprendizagem do educando na busca de melhoria do seu projeto de vida.
Author: Raquel Martins | Filed under: As nossas leituras, Educação de Infância.
Quais as contribuições das tecnologias ao desenvolvimento do currículo?
Algumas experiências ocorriam com o uso do computador em atividades disciplinares e muitas outras eram extracurriculares e ocorriam em horários diferentes daqueles em que os alunos freqüentavam a escola. Nas duas situações era possível observar que as práticas apresentavam-se com base em uma das seguintes abordagens: instrucionista ou construcionista. A prática pedagógica concreta não se desenvolve exclusivamente em uma dessas abordagens. Valente (1999) comenta que a prática oscila entre esses dois eixos, mas há sempre um eixo predominante, o qual se relaciona com as concepções do educador sobre conhecimento, ensino, aprendizagem e currículo. Conforme estudamos na Unidade 3, o uso de tecnologias nas atividades de distintas naturezas provoca avanços na ciência e nos conhecimentos que exigem a abertura da escola aos acontecimentos e sua integração aos diferentes espaços de produção do saber, o que implica em flexibilidade do currículo que passa a ter uma visão mais ampla e integradora entre os conhecimentos sistematizados e aceitos socialmente e os conhecimentos que emergem no contexto, na vida das pessoas, nas diferentes linguagens de comunicação que fazem parte da cultura.
Como integrar efetivamente as tecnologias ao desenvolvimento do currículo?
O computador deve ser utilizado pelo aluno com propósito de que ele venha construir o próprio conhecimento, transformando e utilizando a máquina como mais um recurso tecnológico. Dai entra o papel do professor de instigar e orientar o aluno, fazendo-o perceber que ele possui uma ferramenta que deve ser explorada de maneira benéfica e interessante na vida do aluno. Vivemos a fase de mudanças na educação e a tecnologia educacional vem oferecendo meios para que a aprendizagem seja mais significativa, vivenciada e interessante, despertando e incentivando os alunos a participarem de atividades atrativas, além de valorizar sua auto-estima, melhora na qualidade do ensino e proporcionar o conhecimento básico de informática. Existem diferentes maneiras de usar o computador na educação.
Instrucionista - informatizar os métodos tradicionais de instrução. Aluno é instruído. Ênfase no ensino na instrução.  Construcionista - computador pode enriquecer ambientes de aprendizagem. Aluno interage com os objetos desse ambiente, ele é o construtor do seu próprio conhecimento. Ênfase na aprendizagem, na construção do conhecimento. Agora cabe a cada profissional utilizá-lo integrando-o à sua prática pedagógica.
Como desenvolver projetos no âmbito do currículo?
Temos consciência de que o uso de tecnologias de informação e comunicação que surgiram separadas convergiu e passou a compor um único dispositivo, modificando profundamente o modo como desenvolvemos atividades. Discutimos as mudanças que a Internet está provocando em nossa vida, nas compras, no sistema bancário? Os projetos de trabalho que começam em sala de aula podem continuar em outros lugares e tempos, do mesmo modo que podem originar-se de acontecimentos externos à escola. A interdisciplinaridade se caracteriza como uma categoria de ação. A integração entre disciplinas se faz na prática, no desenvolvimento do currículo que trata o conhecimento em sua globalidade. Essa atitude diante do conhecimento não elimina as disciplinas como um corpo organizado de conhecimentos, mas estes podem se integrar a conhecimentos de outras disciplinas no estudo de determinado fenômeno ou no desenvolvimento de um projeto. O uso de tecnologias permite retomar a visão de conhecimento em sua unicidade por meio do estabelecimento de ligações em redes que integram idéias, conceitos, experiências, padrões de distintas áreas e disciplinas.
            Reflexões sobre o conceito de Currículo.
 Os capítulos acima trazem uma coleção de artigos referentes às novas maneiras de ensinar, aprender e desenvolver o currículo ao integrar diferentes tecnologias à prática pedagógica voltada à aprendizagem significativa do aluno, especialmente quando se trabalha com projetos. Sob essa ótica, o aluno, sujeito ativo da aprendizagem, aprende ao fazer, levantar e testar idéias, experimentar, aplicar conhecimentos e representar o pensamento. Cabe ao professor criar situações que provoquem os alunos a interagir entre si, trabalhar em grupo, buscar informações, dialogar com especialistas e produzir novos conhecimentos. Para isso, o fundamental é que o professor possa observar e dialogar com seu aluno para compreender suas dúvidas, inquietações, expectativas e necessidades, e, ao propor atividades, colocar em negociação as próprias intenções, objetivos e diretrizes, de modo que desperte no aluno a curiosidade e o desejo pelo aprender.